7 de fevereiro de 2011

Né Ladeiras : Porque não me vês [Todo este céu, 1997]

Meu amor adeus
Tem cuidado
Se a dor é um espinho
Que espeta sozinho
Do outro lado
Meu bem desvairado
Tão aflito
Se a dor é um dó
Que desfaz o nó
E desata um grito
Um mau olhado
Um mal pecado
E a saudade é uma espera
É uma aflição
Se é Primavera
É um fim de Outono
Um tempo morno
É quase Verão
Em pleno Inverno
É um abandono
Porque não me vês
Maresia
Se a dor é um ciúme
Que espalha um perfume
Que me agonia
Vem me ver amor
De mansinho
Se a dor é um mar
Louco a transbordar
Noutro caminho
Quase a espraiar
Quase a afundar
E a saudade é uma espera
É uma aflição
Se é Primavera
É um fim de Outono
Um tempo morno
É quase Verão
Em pleno Inverno
É um abandono

Fausto

12º Festival Intercéltico de Sendim | 5 e 6 Ago 2011 | Sendim de Miranda do Douro

Não há só Fado em Lisboa

Com selo Antena 1, Cristina Branco dá voz a "Não há só tangos em Paris", outra das edições discográficas deste ano, com data prevista para 28 de Fevereiro.
Com novas sonoridades, mas com o Fado sempre presente, apresenta-se como um disco evocativo e inventivo ao reunir tanto músicas de Jacques Brel, Carlos Gardel e Isolina Carrillo, bem como composições originais de Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva e Pedro Moreira, que dão som às palavras de Manuela de Freitas, António Lobo Antunes, Vasco Graça Moura, Carlos Tê e Miguel Farias.
Uma viagem entre Buenos Aires, Paris e Lisboa, que vai contar com uma edição especial Cd+Dvd em Portugal.

Cristina Branco : Não há só Tangos em Paris [Não há só Tangos em Paris, 2011]

4 de fevereiro de 2011

10 anos de Uxu Kalhus

Logo pelo próprio nome, adivinha-se a "perversão" total e completa do purismo tradicional. E passados 10 anos de discos e de palcos, cativando o seu lugar de referência na música portuguesa, engane-se quem pense que Uxu Kalhus é apenas a distorção da nossa tradição musical. É sim, de forma exímia, a sua evolução e actualização.
Ora vejam e oiçam tudinho até ao fim.

1 - Tamurriata do Caldeirão
2 - Círculo
3 - Malhão
4 - Velho atrevido
5 - Saia da Carolina
6 - Mata Aranha | Faca e Alguidar
7 - Ponha aqui o seu pézinho
8 - Legaliza Malaquias
9 - Linda Falua | Bretónia
10 - Erva Cidreira
11 - Virose da Dextrose

3 de fevereiro de 2011

Seremos parvos?

No passado mês de Janeiro, durante os 4 concertos que realizámos nos Coliseus do Porto e de Lisboa, apresentámos uma canção nova intitulada "Parva que sou".

Esta música fazia parte de um conjunto de 4 novas canções que trabalhámos e ensaiámos com o intuito de apresentar uma delas num alinhamento especialmente feito para os Coliseus. Escolhemos "Parva que sou", porque era aquela que tinha o arranjo terminado e porque o tema que abordava nos pareceu actual.

Durante os ensaios e até em apresentações feitas a amigos nunca imaginámos a dimensão que a sua letra poderia tomar. Foi com grande surpresa e emoção que assistimos a uma reacção tão intensa e espontânea por parte das pessoas que estavam a ouvir uma música inédita.

Verso a verso, fomos sentindo o público a apropriar-se da canção e a tomá-la como sua. Foram 4 momentos especiais e porventura únicos de comunhão entre nós e o público.

Após os concertos, ao ver que o tema "Parva que sou" continua a ganhar vida através das redes sociais e dos meios de comunicação, não podemos deixar de demonstrar o nosso agrado em perceber que uma canção está a suscitar debate e diálogo em volta de um assunto actual e que julgamos da maior pertinência. Mais felizes ainda ficamos, enquanto músicos, ao constatar que a Música continua a ter este papel na nossa Sociedade.

Iremos em breve disponibilizar uma versão da música, gravada num dos concertos nos Coliseus, para que quem a queira ouvir o possa fazer com maior qualidade sonora.

Agradecemos todo o carinho que as pessoas têm demonstrado e o genuíno interesse da imprensa relativamente ao "Parva que sou". Mais não precisamos de dizer. A canção fala por si.

Deolinda


2 de fevereiro de 2011

Xícara

Outra das novidades discográficas deste ano é o EP de Xícara, editado pela Mdparte e que já se encontra disponível à venda na sua web e através do email do grupo.
Ainda mal começou a dar os primeiros passos e já é, indubitavelmente, um dos grupos a não perder de escuta, pela lufada de ar fresco que trazem à música portuguesa.
Sem perder o rumo à tradição e ao acústico, mas também com um piscar de olhos ao jazz, os arranjos instrumentais, em comunhão com a doce voz de Carla Carvalho, reinventam a nossa tradição musical e fluem em dinâmicas virtuosas e ricas em tons e formas, num diálogo constante entre os instrumentos.
Com génese na poesia portuguesa, Xícara é, também, a expressão musical e mais actual dos poetas nacionais, de forma envolvente e despertando o nosso imaginário e sensibilidade literária. Os poetas reunidos neste projecto foram deliberadamente seleccionados de todos os cantos do país, tendo sido escolhidos, entre outros, António Botto, João Penha de Oliveira Fortuna, João de Deus, Fernando Pessoa e João Cabral do Nascimento.
Aos Xícara, reservamos-lhes o futuro. Poeticamente.

Membros:
Carla Carvalho: voz
David Viegas: baixo, voz
Hélder Costa: braguesa, bandolim, cavaquinho
Nuno Cachada: guitarra clássica
Pedro Oliveira: percussão
Rui Ferreira (Caps): piano, acordeão

Xícara : Cantiga [Xícara, 2011]

Deixa-te estar na minha vida
Como um navio sobre o mar.

Se o vento sopra e rasga as velas
E a noite é gélida e comprida
E a voz ecoa das procelas,
Deixa-te estar na minha vida.

Se erguem as ondas mãos de espuma
Aos céus, em cólera incontida,
E o ar se tolda e cresce a bruma,
Deixa-te estar na minha vida.

À praia, um dia, erma e esquecida,
Hei, com amor, de te levar.
Deixa-te estar na minha vida.
Como um navio sobre o mar.

João Cabral do Nascimento / Xícara

Dazkarieh regressa ao som do "Ruído do Silêncio"

foto © Rita Carmo

Este ano, a música folk portuguesa promete ser fértil em novos trabalhos discográficos, entre os quais "Ruído do Silêncio", o quinto álbum de Dazkarieh a ser editado no dia 21 de Março, na Alemanha e em Portugal.
Uma vez mais, as recolhas antigas e a tradição oral portuguesa são o ponto de partida para as composições originais, com letras assinadas por Joana Negrão e músicas de Vasco Ribeiro Casais, consolidando uma sonoridade já característica de Dazkarieh, num equilíbrio entre o acústico e a distorção eléctrica.
Este disco conta igualmente com a colaboração de Velha Gaiteira, em “Repasseado da Calçada”, e de André Galvão, no contrabaixo, nos temas “Mazurka da Água”, “Moda da Ceifa I” e “Ruído do Silêncio”.

MARÇO
10 :: Folk Club Züri – Suíça
11 :: Spielboden Dornbirn – Áustria
12 :: Spitalkeller Offenburg – Alemanha
13 :: Tollhaus Karlsruhe – Alemanha
15 :: Schlachthof Kassel – Alemanha
16 :: naTo Leipzig – Alemanha
17 :: Crystal Club Berlin – Alemanha
18 :: Speicher Husum – Alemanha
19 :: Weitblick Bugewitz – Alemanha
20 :: Dreikönigskirche Dresden – Alemanha
25 :: Hard Club – Porto – Portugal
26 :: CCC – Caldas da Rainha – Portugal

ABRIL
1 :: Acert – Tondela – Portugal
2 :: Teatro Cine – Torres Vedras – Portugal
7 :: Forum Romeu Correira – Almada – Portugal
8 :: Teatro Cine – Castelo Branco – Portugal
9 :: CAE Portalegre – Portugal
13 :: Cinema S.Jorge – Lisboa – Portugal

27 de janeiro de 2011

Música portuguesa com "Contexto e Significado"

Foto © Léa López

Após o lançamento em Águeda a 4 de Dezembro do ano passado, o livro-filme "Contexto e Significado" está a ser apresentado além das margens do Botaréu, um pouco por toda a geografia nacional, assinalando os 15 anos da d’Orfeu Associação Cultural.
Este ano, Guimarães será a primeira cidade a acolher a apresentação desta dupla obra. Se por um lado, António Pires traça um retrato mais introspectivo e biográfico da associação no livro "Contexto", já o filme "Significado", da autoria de Tiago Pereira, apresenta-nos uma reflexão sobre a evolução e o estado actual da música tradicional, desafiando-nos com a pergunta: e se a música portuguesa gostasse dela própria?
Esta edição comemorativa, que assinala igualmente a estreia do selo editorial d'Eurídice, percorrerá o país nas seguintes datas:

28 de Janeiro - FNAC Guimarães (22h00)
29 de Janeiro - FNAC Coimbra (17h00) e FNAC Leiria (21h30)
30 de Janeiro - FNAC Viseu (17h00)
2 de Fevereiro - FNAC Chiado (18h30) e FNAC Colombo (21h30)
6 de Fevereiro - FNAC Braga (17h00)

“Contexto e Significado" encontra-se já à venda nas principais lojas FNAC do país, mas encontra-se igualmente em várias associações parceiras da d’Orfeu: na ACERT (Tondela), no Contagiarte (Porto), na Oficina de Música de Aveiro, na Discoteca Wah-wah do Mercado Negro (Aveiro), na Tradballs (Lisboa) e na PédeXumbo (Évora). Está também à venda directamente na d’Orfeu e através da web da associação www.dorfeu.pt.

25 de janeiro de 2011

Fadoteca

Com apenas quatro anos de actividade, o Portal do Fado rapidamente tornou-se numa das referências informativas e divulgativas mais importantes sobre o universo fadista, não só pela constante actualização sobre as novidades discográficas e da agenda de concertos/ concursos que vão ocorrendo por todo o país, como também pelo seu carácter mais pedagógico e arquivístico.
É neste sentido que, paralelamente à já existente lista de contactos de músicos, o Portal do Fado está empenhado na criação duma base de dados de letras de Fado, respondendo a uma crescente procura e petição.
Segundo a informação publicada na web, «esta base de dados obedece a 3 critérios obrigatórios : nome da letra, nome do autor da letra, nome do autor da música, e ainda a 2 critérios não obrigatórios : repertório e nome do fado onde se insere a letra, por exemplo "Fado Menor".
A pesquisa na base de dados pode ser feita utilizando um dos seguintes critérios: nome da letra, nome do autor da letra, nome do autor da música e repertório.
Para isso apelamos à colaboração de todos os nossos visitantes no sentido de enviarem as letras de Fado que têm em sua posse de forma a irmos preenchendo a base de dados.
O Portal do Fado como forma de incentivo irá premiar todos os meses os utilizadores que tiverem enviado mais letras.»

Marco Rodrigues e Carlos do Carmo : Homem do Saldanha [Tantas Lisboas, 2010]

De sorriso na cara à noite, na praça do Saldanha
à beira da estrada parado já ninguém o estranha
toda a gente o conhece
ele acena e agradece
e a cidade continua no seu rumo
De sorriso na cara à noite, na praça do Saldanha
apagando a solidão ao luar que o acompanha
é vê-lo chegar quando anoitece
esperam os carros que atravesse
com a mão no ar, como quem diz "olá Lisboa"

Seja benvindo meu amigo à nossa rua
faz algum tempo que não o via por aqui
nunca é demais, há ssempre espaço
venha de lá esse abraço
folgo vê-lo bem-disposto
a dizer olá a quem passa
com o prazer espelhado no rosto
Benvindo à nossa rua, meu amigo
faz algum tempo não o via por aqui
nunca é demais, há sempre espaço
venha cá dar-me um abraço
porque à noite, Lisboa sorri

Não é adeus, é olá que diz a quem por ali passa
de casaco castanho, João dá o ar da sua graça
torna a cidade mais risonha
só é louco quem não sonha
quem não percebe, então não sabe o que é ser só
Não é adeus, é olá que diz a quem por ali passa
com um olhar abraça Lisboa, despede-se da praça
já se faz tarde a sua hora
apanha o táxi, vai-se embora
chega por hoje, amanhã estará por cá

Seja benvindo meu amigo à nossa rua
faz algum tempo que não o via por aqui
nunca é demais, há sempre espaço
venha cá dar-me um abraço
folgo vê-lo bem-disposto
a dizer olá a quem passa
com o prazer espelhado no rosto
Benvindo à nossa rua, meu amigo
faz algum tempo não o via por aqui
nunca é demais, há sempre espaço
venha de lá esse abraço
porque é noite, Lisboa sorri

Luísa Rocha canta "Uma noite de amor"

O primeiro álbum de Luísa Rocha, "Uma noite de amor", é editado dia 31, resultado de "uma paciente espera que valeu a pena", disse à Lusa a fadista salientando a satisfação pelo trabalho final.

"Estou muito feliz com o álbum. Outras alturas houve em que tive vontade de gravar, mas em boa hora reconheci que tinha de voltar atrás e aqui está a prova de que esperar é uma virtude", afirmou a fadista.

Em declarações à agência Lusa, Luísa Rocha referiu que sempre tomou "muita atenção" ao que lhe diziam os fadistas mais antigos, nomeadamente que "tinha de viver mais, experienciar sentimentos".

"Diziam-me que tinha de ter um bocadinho mais da escola da vida para dar identidade às palavras, e hoje reconheço absolutamente isso", declarou.

Editado por David Ferreira-Iniciativas Editoriais, o álbum é produzido por Carlos Manuel Proença, personalidade chave em todo o projecto, segundo a fadista que afirma:

"Confiei plenamente na sua sapiência e experiência, deixando-me totalmente, ser dirigida".

Todavia, ressaltou, "foi um trabalho de equipa, nomeadamente com os músicos e também na escolha dos poemas e dos vários fados".

"Sendo este o meu primeiro trabalho em estúdio era essencial que me sentisse confortável e identificasse com as palavras que cantava", sublinhou.

O álbum integra 12 temas, entre inéditos e recriações de fados dos reportórios de Carlos do Carmo, Maria José da Guia, Mariza e Vasco Rafael.

Entre os inéditos há poemas de Mário Raínho, António Laranjeira, Paulo de Carvalho e músicas de Carlos Manuel Proença, que a acompanha à viola.

Quanto a acompanhantes, a fadista não resiste a salientar "a cimeira de guitarristas" constituída por José Manuel Neto, Ricardo Rocha, Custódio Castelo, Guilherme Banza e Mário Pacheco, que tocam em diferentes temas.

José Manuel Neto é maioritário, acompanhando-a em oito, alguns deles com um segundo guitarra, Custódio Castelo acompanha-a em dois temas, Ricardo Rocha, Mário Pacheco e Guilherme Banza, um cada um.

"Sendo grandes instrumentistas com uma personalidade artística vincada, permitiram que fosse estilando sempre de forma diferente, o que me ajudou", disse.

Carlos Manuel Proença à viola e Daniel Pinto na viola baixo acompanham-na em todos os temas.

O álbum inclui ainda uma 13. faixa, uma versão com coro de "Dou-te um beijo (e fujo de ti), de Paulo de Carvalho.

A fadista reconhece que é "o ambiente tradicional" que caracteriza o álbum, aquele em que se sente mais à vontade, mas adverte: "mas não se confunda com uma ideia conservadora contrária à inovação, há é que respeitar a tradição que foi o que me atraiu sempre no fado".

"Por uma noite de amor" (M. Raínho/C.M.Proença), que dá o título ao álbum, foi a primeira escolha para o alinhamento do CD que inclui entre outros, "Sem ti" (Lopes Victor/Francisco Carvalhinho), criação de M. José da Guia, "Guitarrada e Fado em Clave Sol", de Rainho no Fado Lopes, escrito para si, ou "Toada do Desengano" de Vasco Graça Moura.

Quanto ao tema de Graça Moura, "gravado no fado Franklin de sextilhas, optei pelo fado Acácio", disse.

Adianta que a opção por outra melodia revela "como o mesmo poema pode ser sentido e interpretado de outra maneira, pois a música dá outra inclinação às palavras" e, neste caso,escolheu "uma proposta mais apaixonada".

Luísa Rocha disse à Lusa que desde criança sempre quis ser fadista, tendo cantado em público pela primeira vez, "inconscientemente", aos 10 anos, numa casa de fados em Loures.

Profissionalmente estreou-se em 2000 no Marquês da Sé, e actualmente canta no Clube de Fado.

fonte ~ Lusa

17 de janeiro de 2011

Raízes e Antenas: mistérios e maravilhas da world music

António Pires, reconhecido jornalista musical - ex chefe de redacção do Blitz, actual colaborador do Jornal i e da revista Time Out Lisboa (e estimadíssimo amigo, porque não dizê-lo?!) -, tem revelado no seu blog Raízes e Antenas histórias, sensações e canções da world music, textos agora editados pela Media XXI no livro "Raízes e Antenas: mistérios e maravilhas da world music", cuja apresentação oficial será já nesta terça dia 18, às 18h30, na livraria Leya/Ce Buchholz (R. Duque de Palmela, perto do Marquês de Pombal, em Lisboa).
Luís Rei, mentor de Crónicas da Terra (outro importante blog dedicado às músicas do mundo), fará as honras do discurso de apresentação do livro, seguido de animação e alguma música com raiz e em antena.

Esta edição apresenta-se como um dicionário ou uma enciclopédia, reunindo uma colecção ilustrada de duzentas fichas sobre artistas, grupos, géneros, instrumentos musicais, editoras discográficas, divulgadores ou filmes, todos eles relacionados com as músicas do mundo, constituindo-se, assim, como uma «imperdível introdução às músicas do mundo e a alguns dos seus artistas e grupos mais representativos», segundo o comunicado de imprensa. Assim seja!

Urze de Lume em digressão | 21 jan a 26 fev 2011

Talvez remando um pouco contra a maré, em oposição à crescente tendência de inovação e modernização, e mesmo "electrificação", da música tradicional portuguesa, o trio Urze de Lume apresenta, com toda a frontalidade, o seu lado mais rude e acústico, totalmente despido de artefactos tecnológicos e recuperando o espírito das arruadas, ao som da gaita transmontana, caixa e bombo.
Ainda sem disco editado, mas com uma musicalidade cada vez mais reconhecida no meio folk português, irão percorrer o país de norte a sul para apresentar este projecto em várias Fnac's nacionais. E a festa está garantida!


15 de janeiro de 2011

Museu do Fado: visitas cantadas | 15 Jan a 26 Mar 11 | Lisboa

Museu do Fado: visitas cantadas
Sábados e Domingos
16h30 | 3€
mediante marcação prévia

Janeiro
António Pinto Basto - 15
António Rocha - 16
Marco Oliveira - 22 e 30
Clara - 23 e 29

Fevereiro
Nuno de Aguiar - 5 e 13
Cláudia Leal - 6 e 12
José da Câmara - 19 e 27
Cuca Roseta - 20 e 26

Março
Carlos Macedo - 5 e 13
Maria Amélia Proença - 6 e 12
Lina Rodrigues - 19 e 27
Duarte - 20 e 26

14 de janeiro de 2011

Formação PédeXumbo: adufe, acordeão, cante alentejano, sevilhanas e flamenco


adufeEncontros de Adufe
Segundas | 19h às 20h
O Adufe? O Adufe é um instrumento tradicional português de percussão. Em grupo, voltamos a descobrir os ritmos tradicionais e não só!
Orientado por Bruno Cintra | Entrada livre.

Aulas de iniciação ao Acordeão
Terças e Sextas
Aulas individuais e/ou de grupo onde se aprendem as noções básicas do acordeão e depois repertório.
Orientada por Valter Pinto | 35€/mês
Informação: 934248060

canteCante Alentejano
Terças | 20h às 21h
O Cante Alentejano às terças é um encontro descontraído de pessoas que gostam de cantar. Orientado pelo Mestre Soares dos Cantares de Évora, todas as pessoas são bem vindas. Aqui relembram-se e aprendem-se modas alentejanas do Cancioneiro.
Orientado por Mestre Soares | Entrada livre.

Aulas da Sevilhanas e Flamenco
Quartas
Sevilhanas Intermédio | 19h
Sevilhanas Iniciado | 20h
Flamenco | 21h
Aulas de Sevilhanas e Flamenco com o professor Raúl Morales onde se trabalham técnica, “compás” e os diferentes estilos.
Orientadas por Raul Morales | 25€/mês + seguro
Inscrição e Informação: 914 306 576.

encontrosEncontro de Músicos
Quartas | A partir de 22h
Voltaram os Encontros de Músicos. A ideia é pegar no repertório de música para dançar, praticar, pensar, reinventar, tocar, modificar e a prazo animar de vez em quando a aula de danças do mundo com música ao vivo! Qualquer instrumento é bem-vindo!
Orientado por Tozé Bexiga | Entrada livre
Informação:
962 621 101.

9 de janeiro de 2011

Percussão portuguesa | Lisboa

Percussão Portuguesa
por Tânia Lopes
Segundas, 19H45 às 21H15
- Casa da Comarca da Sertã
rua da madalena, 171 3º, lisboa

Início a 17 Janeiro 2011
Nível Iniciado
Nº Alunos: min 3, max 5
Preço: 45 balls (Mensalidade)
Formas de pagamento (6 meses - 24 aulas):
Totalidade: 220 balls
Cheques: 270 balls
inscrição aqui!:

Programa:
- Técnicas e rudimentos de Baquetas
- Rudimentos elementares
- Noções de divisão de tempo
- Relação com o metrónomo
- Leitura e aproximação à notação musical básica
- Repertório de ritmos direccionado no acompanhamento de
gaita-de-foles, grupo de bombos populares portugueses
- Improvisação rítmica em repertório tradicional
- Abordagem à manutenção dos instrumentos de percussão tradicional portuguesa

Material para o curso:
- 1 Par de baquetas;
- 1 Instrumento tradicional português (caixa, bombo ou timbalão)