7 de maio de 2008
Contradança
3 de maio de 2008
E o "Canto Nómada" prossegue viagem...
Para finalizar, dizer que o blog oficial do programa será mantido nos mesmos moldes, e em breve o MySpace do programa também estará a funcionar. Há agora, portanto, ainda mais opções para não deixarem de acompanhar o programa!
Rádio Santiago
Programa "Canto Nómada"
Rua Dr. José Sampaio, 264
4801 - 850 Guimarães
Blog Oficial
http://canto-nomada.blogspot.com
E-mail:
MySpace:
18 de abril de 2008
Pedro Moutinho vence Prémio Amália Rodrigues
O cantor Pedro Moutinho foi o vencedor deste prestigiante prémio na categoria de Melhor Álbum. Este galardão foi atribuído pelo seu mais recente disco "Encontro", editado pela Som Livre, um álbum onde o jovem fadista cruza a tradição com a modernidade e onde canta alguns dos mais importantes autores de Língua Portuguesa - de Fernando Pessoa a António Lobo Antunes, passando por Manuel Alegre... A entrega dos prémios Amália Rodrigues será feita no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no dia 21 de Maio, e também é de referir que Ana Moura foi eleita a melhor intérprete.
Pedro Moutinho prepara já um novo álbum, o terceiro da sua bem sucedida carreira, que irá sair no primeiro trimestre de 2008 e que irá conter muitas e boas surpresas...
Para já, o cantor continua a apresentar-se ao vivo em Portugal e não só. Brevemente é possível vê-lo a actuar nas seguintes datas:
7 de Junho: Lisboa - Marchas de Lisboa, Pav. Atlantico - Padrinho da Marcha do Bairro Alto
8 de Junho: Barreiro - festas
12 de Junho: Lisboa - Marchas de Lisboa, Av. Liberdade - Padrinho da Marcha do Bairro Alto
13 de Junho: Olival Basto: Centro Cultural Malaposta
18 de Julho: Estoril - Feira do Artesanado
9 de abril de 2008
Os amigos do Gefac

Espectáculo musical
Ao longo dos seus 40 anos de existência, o GEFAC pautou a sua actividade pela valorização da cultura tradicional portuguesa que elegeu como fonte essencial do seu projecto de intervenção.
É com essa mesma intenção que a partir dos seus princípios que o Grupo se propõe realizar um projecto de gravação em CD, constituído por um conjunto de músicas e canções tradicionais, escolhidas de acordo com a ideia de tentar realçar os aspectos em que o mágico e o sagrado se cruzam com o popular nas vivências festivas e quotidianas das nossas gentes.
Não se tratando de um projecto com sentido comercial, não deixamos de atender à necessidade de satisfazer exigências de qualidade, através da reinvenção de uma tradição imemorial, com o propósito de tornar mais actuante e digna de atenção a música portuguesa.
Com base nesse CD apresentamos um espectáculo musical que reflecte a forma como o grupo tem encarado a cultura tradicional. Nesse sentido, o espectáculo não se confina apenas à vertente musical, mas integra apontamentos na área da dança com uma cuidada apresentação cénica.
Ficha Artística/Técnica
Concepção artística: GEFAC
Concepção musical: GEFAC
Desenho de Luz: GEFAC
Produção: GEFAC
7 de abril de 2008
A Naifa | Uma inocente inclinação para o mal
A NaifaUma inocente inclinação para o mal
Lisboa Records, 2008
Após dois trabalhos discográficos aclamados pela crítica – “Canções subterrâneas” (2004) e “3 minutos antes da maré encher” (2006) - o grupo A Naifa volta a afiar o panorama musical português com mais uma obra subversiva sobre a estética do Fado, que estará disponível no mercado a partir do dia 31 de Março.
O título “Uma inocente inclinação para o mal” pode sugerir uma intenção de desconstrução dos seus cânones estabelecidos, e, neste sentido, esta pequena maldade inocente é consentida por um desejo de renovação e adaptação do Fado às sonoridades mais contemporâneas e vanguardistas, ao mesmo tempo que se reivindica a aculturação que a música portuguesa tem vindo a sofrer nos últimos anos.
A Naifa é precisamente um dos grupos pioneiros nesta busca de modernidade inovadora, e, de facto, a fusão entre o acústico e o eléctrico tem sido a sua imagem de marca, misturando o som da voz e da guitarra portuguesa com os samplers, bateria e baixo eléctrico. Neste sentido, assistimos a uma continuidade sonora muito pessoal do grupo, que em conjunto desenvolve um cruzamento de diferentes linguagens musicais: música electrónica, pop, reggae e fado, que, comparativamente aos trabalhos anteriores, neste disco ganha especial protagonismo, tanto pelas cadências melódicas, como pela maior expressão da guitarra portuguesa.
Por outro lado, este projecto de música urbana sempre se destacou pela qualidade literária dos poemas musicados, mas se nos discos prévios havia um processo de selecção minuciosa nos livros de poesia, este trabalho abordou um método de criação distinto. Em oposição à procura e à recolha por parte do grupo, foi a letrista Maria Rodrigues Teixeira quem foi ao encontro dos músicos após um concerto em Tondela, estabelecendo uma simbiose consolidativa do ambiente de A Naifa, ou seja, o facto de conhecer o seu trabalho, permitiu-lhe idealizar “histórias-retratos” que se integram plenamente na filosofia do grupo. Por outro lado, ao serem poemas escritos com uma intenção musical, em certa medida proporcionou um resultado mais natural e fluído.
Este é um disco que emana uma forte personalidade de ironia e crítica sobre uma sociedade cada vez mais desnorteada, ou não fosse a sua inocente inclinação para o mal...
Sara Louraço Vidal
Alinhamento:
- um feitio de rainha
- filha de duas mães
- na página seguinte
- esta depressão que me anima
- um rapaz mal desenhado
- dona de muitas casas
- o ferro de engomar
- apenas durmo mal
- pequenos romances
- na aula de dança
- o ar cansado dos meus vestidos
- nas tuas mãos vazias
- uma ligeira indisposição
- apanhada a roubar
setembro 2007 / fevereiro 2008
produção - joão aguardela e luis varatojo; gravação - antónio bragança; mistura - luis varatojo e antónio bragança; masterização - tó pinheiro da silva.
señoritas
4 de abril de 2008
Meu bem Meu mal
Na passada quinta-feira, 3 de Abril, José Barros e os Navegante apresentaram o seu último disco no Teatro da Luz, em Lisboa.MEU BEM MEU MAL vai estar à venda nos primeiros dias de Maio 2008, e foi produzido por José Barros e José Manuel David, gravado, misturado e masterizado por João Magalhães no Estudio da Ribeira em Sintra entre Junho e Dezembro de 2007.
www.myspace.com/jbnavegante
www.youtube.com/jobarnavega
29 de março de 2008
Arrefole | Veículo Climatizado
Arrefole Veículo Climatizado
Açor/ Megamúsica, 2006
Como uma reflexão metódica, uma imersão sensorial ou uma espontânea e revolucionária descoberta, “Veículo Climatizado” propõe-nos uma viagem entre a tradição, a perda e a procura de identidade cultural nas grandes urbes, neste caso contextualizada na cidade do Porto. Contudo, conhecendo a trajectória do grupo Arrefole, facilmente entendemos que este seu primeiro trabalho discográfico reflecte a própria travessia musical da banda.
Decorria o ano 2000 quando um trio de jovens apaixonados pela música tradicional portuguesa decide reavivar melodias esquecidas no urbanismo frenético e aventuraram-se em dá-las a conhecer a um público distante deste tipo de música. Do reavivar passaram ao criar, consolidando novas sonoridades e intenções, à medida que a formação se ia reinventando e adaptando-se à passagem do Tempo até aos dias de hoje.
Não há dúvida de que, actualmente, os Arrefole são uma esperança e um novo alento da música portuguesa de raiz, apresentando uma proposta criativa e original, emotiva e provocativa, onde a música tradicional do Minho e de Trás-os-Montes ganha novo fôlego e atrevimento, através de alguns arranjos talvez considerados pouco convencionais pelos mais puristas. Mas os Arrefole sabem transportar este legado patrimonial à sua e nossa realidade, e os temas originais transmitem essência própria e essa passagem de influência e de saber hereditário, onde a tradição dá lugar à inovação.
Veículo Climatizado apresenta-se, assim, como um conceito amadurecido, trabalhado e reflectido, onde se destacam os sons captados artesanalmente no quotidiano das ruas e das gentes do Porto. Eles provocam a nossa imaginação, acentuam uma vontade subliminar de também vivermos essas viagens e experiências urbanas, os contrastes cognitivos que nos possam surpreender ao som dos Arrefole, descobrindo uma nova identidade dentro do dia-a-dia duma realidade cada vez mais globalizada.
Sara Louraço Vidal, 2007
Alinhamento:
- travessia
- vôo do arado
- água sagrada
- barqueiros
- metro_nomo
- a minha saia velhinha
- arrebirachula
- um canto de mim
- passear p'lo passeado
- gutlics
- júlio pereira
- saia da carolina
- caixinha de música
26 de março de 2008
Escola de Fado | Amadora
Escola Intercultural das Profissões e do Desporto
Rua Henrique de Paiva Couceiro, 10
Venda Nova
2700-453 AMADORA
Tel: 21 499 78 00 | Fax: 21 499 78 33
25 de março de 2008
Teresa Salgueiro & Lusitânia Ensemble | La Serena
Teresa Salgueiro & Lusitânia Ensemble
La Serena
Éter, 2007
Ao longo de 21 anos, Salgueiro foi gradualmente assumindo o papel de imagem de marca dos Madredeus, aliado ao seu jeito peculiar de cantar e à sua postura em palco, relembrando-nos adjectivos como “doce” e “delicada”. De facto, o seu encanto natural e o timbre único da sua voz não passaram desapercebidos, e transformaram-na numa das vozes femininas mais destacáveis dos últimos tempos, colaborando com grandes nomes da música internacional, tais como Ângelo Branduardi, Caetano Veloso e Carlos Núñez.
Apesar de se identificar plenamente com a música de Madredeus, Teresa Salgueiro sentiu a necessidade de abarcar outros projectos paralelos ao grupo, que se consolidaram com a sua saída do grupo em Novembro de 2007. É neste contexto que assistimos ao florescer de “La Serena”, uma ideia impulsada por Pedro Ayres Magalhães, quem desafiou Salgueiro a elaborar unha lista das suas canções favoritas em vários idiomas. Por sua vez, os arranjos foram concebidos por Jorge Varrecoso Gonçalves, mentor e director do Quinteto Lusitânia, um grupo de cordas com alguma relevância no campo da música erudita, e que neste espectáculo evolucionou para Lusitânia Ensemble.
As sensibilidades cruzam-se e resultam na gravação deste disco transversal, como um viajar duma sereia que parte ao encontro das melodias que compõem o mundo e marés de sons, cantadas em italiano, português, castelhano, francês, inglês e crioulo. Por outro lado, este disco é um convite aberto à descoberta do universo pessoal de Teresa Salgueiro, que assim partilha, com toques de elegância e refinamento, o seu sentir sobre diversas estéticas musicais, desde o jazz ao samba, passando pela morna e pelo fado, entre outros estilos, denotando-se uma conjunção perfeita entre a voz e o envolver do lirismo das cordas.
- la serena
- a velha tendinha
- o namoro
- o leãozinho
- vuelvo al sur
- la vie en rose
- lá vai lisboa
- nome de rua
- amanhã
- se todos fossem iguais a você
- caruso
- paloma negra
- a velha infância
- mar azul
- estranha forma de vida
- a casa da mariquinhas
- avec le temps
- unforgettable
- somewhere over the rainbow


